Documentação que comprova, rastreia e acelera aprovação

Da matéria-prima ao embarque, a SLV organiza e padroniza registros para você provar conformidade, manter rastreabilidade por lote, controlar mudanças e sustentar decisões com evidência inclusive com pacotes de aprovação como PPAP (automotivo) e FAI/AS9102 (aeroespacial) quando aplicável.

“Na indústria plástica, o que garante repetibilidade não é ‘memória de setup’: é documentação. Quando material, molde ou parâmetro mudam e ninguém registra, a variação vira surpresa. A SLV transforma conhecimento de processo em padrão que se repete.”

DOCUMENTAÇÕES

Controle com evidência e rastreabilidade

  • Documentos sob controle (versão e histórico): procedimentos, instruções de trabalho e registros com revisão, acesso e rastreio de mudanças.
  • Rastreabilidade do que foi feito (e com qual material): lote de matéria-prima, parâmetros de processo, inspeções e liberações amarrados à ordem/produção.
  • Dossiê técnico pronto para auditoria e cliente: critérios de inspeção, registros, desvios e evidências sem depender de “achismo” quando dá problema.

Produtividade no dia a dia

  • Menos retrabalho e mais velocidade: templates e checklists evitam cada turno “reinventar” o processo.
  • Recebimento mais seguro: ficha técnica + FISPQ/SDS padronizada (formato em 16 seções) para reduzir erro de material e risco operacional.
  • Mudança sem susto: troca de material, ajuste de parâmetro ou correção de ferramenta registrada e aprovada antes de rodar em série.

Aplicações Documentações

Documentação crítica para o funcionamento

  • Plano de Controle + Instrução de Trabalho (setup e inspeção): define parâmetros, limites, frequência de checagem e o “padrão do bom” pra manter repetibilidade turno após turno.
  • Rastreabilidade de material e processo (lote → peça → parâmetro): registra matéria-prima/lote, secagem, máquina, molde/ferramenta, parâmetros e medições para achar causa raiz sem tentativa e erro.
  • Gestão de mudanças e desvios (ECN/NCR/CAPA): quando muda material, molde, fornecedor ou ajuste, tudo fica documentado (antes/depois), com ação corretiva/preventiva e evidência pra auditoria e cliente.

Até 80% menos tempo em validações manuais ao padronizar e automatizar conferências de documentos

CONFORMIDADE E RASTREABILIDADE

Evidências que fecham auditoria e evitam retrabalho

  • Documentação técnica completa: instruções de trabalho, padrões, checklists e critérios de inspeção com versão, aprovação e histórico (nada “solto” em pasta).
  • Rastreabilidade ponta a ponta: amarra lote de matéria-prima/composto, aditivo/corante, máquina, molde/cavidade, parâmetros e turno e consegue “voltar” até a origem quando dá problema.
  • Registros que sustentam decisão: medição, relatórios, fotos, amostras retidas e evidências de verificação pra parar de discutir “achismo”.
  • Controle de mudança (de verdade): qualquer troca de fornecedor, ajuste de ferramenta, setup ou material vira registro + avaliação de risco + aprovação antes de rodar em série.
  • Pacotes de aprovação quando exigido: organização dos documentos para aprovação do cliente (ex.: PPAP/FAI) e auditorias, sem travar o time no improviso.

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DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA

Documentos críticos para padronizar, rastrear e sustentar auditorias

Especificação do produto e critérios de aceitação (CTQs)

Define o que é “peça boa”: dimensões, aparência, desempenho, tolerâncias e limites. Evita briga de opinião e reduz retrabalho.

Ficha de processo e “janela” de parâmetros (setup aprovado)

Registra temperaturas, tempos, pressões, secagem, dosagens e condições de máquina/molde. Mantém repetibilidade turno após turno e dá base para correção com segurança.

Plano de Controle / Plano de Inspeção

Diz o que medir, com qual instrumento, frequência, amostragem e o que fazer quando sair do padrão. É o “guia” do chão de fábrica para não depender de memória.

Rastreabilidade de matéria-prima, lote e reprocesso

Amarra resina/masterbatch/aditivos, lote, data/hora, cavidade, máquina e operador. Quando dá desvio, você encontra a origem sem “caçar agulha no palheiro”. (ISO 9001 chama isso de controle de informação documentada e registros).

Gestão de mudanças e histórico técnico (mudou, registrou)

Mudou material, ferramenta, parâmetro, fornecedor ou desenho? Registra motivo, risco e validação. Sem isso, o “mesmo produto” deixa de ser o mesmo e a variação vira surpresa cara. (Muito cobrado em clientes automotivos via práticas tipo PPAP/APQP).

Tratativa de não conformidade e ação corretiva (causa raiz)

Formaliza desvio, contenção, análise de causa e ação corretiva/preventiva. Fecha o ciclo para o defeito não voltar e deixa tudo defensável em auditoria e com cliente.

01

Rastreabilidade para auditorias

Na indústria plástica, rastrear material, lote, reprocesso, cavidade, máquina e parâmetros não é “burocracia”: é o que sustenta auditoria e reduz risco. Quando falta rastreabilidade, o desvio vira caça ao culpado e o cliente trava.

Controle de mudança e configuração

Mudou resina, masterbatch, ferramenta, parâmetro, fornecedor ou desenho? Sem controle de mudança e histórico bem documentado, o “mesmo” produto deixa de ser o mesmo e a variação vira surpresa cara (e recorrente).

Qualificação de materiais e inflamabilidade

Plano de Controle define o que medir, como medir, frequência, amostragem e reação ao desvio. Sem registro de inspeção (dimensional, visual e funcional), você não prova estabilidade só “acha” que está bom.

02

Validação de processo e parâmetros (janela aprovada)

Processo “bom” precisa de janela definida: secagem, temperaturas, tempos, pressões, dosagens e condições de máquina/molde. Documentar o setup aprovado evita ajuste no feeling e acelera retomada depois de parada ou troca de turno.

Gestão de não conformidade e ação corretiva

Quando aparece desvio, não basta “corrigir na máquina”. Documentação de NC + contenção + causa raiz + ação corretiva/preventiva é o que impede o defeito de voltar e mantém tudo defensável com cliente e auditor.

Padronização do chão de fábrica (SOP + treinamento)

Sem instrução clara e treinamento registrado, cada turno vira um processo diferente. SOPs (setup, inspeção, manuseio, embalagem, liberação) reduzem variação humana e deixam o padrão repetível, mesmo com troca de equipe.

A NOSSA HISTÓRIA

Somos uma equipe focada em desenvolvimento de negócios, com formação e especialização em cada área de atuação, apoiada por recursos tecnológicos e parcerias com laboratórios nacionais e internacionais. Atendemos todo o Brasil e também Alemanha, República Tcheca, Espanha, Portugal e outros países.

Mais do que entregar um serviço, buscamos construir confiança: clientes que caminham com a gente colhem frutos que começaram como decisões bem tomadas plantadas em conjunto, com método, consistência e compromisso com o longo prazo.

Perguntas frequentes

É o conjunto que deixa o processo repetível e auditável: ficha de processo, setup aprovado, plano de controle, instruções (SOP), registros de inspeção, rastreabilidade, controle de mudança e tratativa de não conformidade.

Plano de Controle + registros de inspeção. Sem isso, você não prova estabilidade nem consegue reagir rápido quando o defeito aparece.

Dá, se for objetiva: pouca coisa, bem clara, com campos simples e rotina curta. Documentação boa reduz trabalho, não aumenta.

Troca de resina/lote sem registro, reprocesso misturado, etiqueta falhando, apontamento manual incompleto, e ausência de vínculo peça ↔ cavidade ↔ parâmetros ↔ inspeção.

Criando uma trilha: lote de matéria-prima + ordem/OP + máquina/molde/cavidade + parâmetros chave + inspeção + liberação + embalagem/etiqueta.

É registrar e aprovar qualquer alteração que impacta o produto: material, master, fornecedor, ferramenta, desenho, parâmetro, método de inspeção. Sem isso, o defeito aparece “do nada”.

Quando entra produto novo, troca molde, muda resina/fornecedor, altera cavidade, muda setup, aumenta ciclo, muda especificação, ou quando tem reincidência de defeito.

Parâmetros críticos (secagem, temperaturas, pressões, tempos), limites aceitáveis (janela), setup do molde, periféricos, material aprovado, checks de partida e critérios de parada/ajuste.

Com SOP de setup + checklists curtos + treinamento registrado e uma regra: ajuste fora da janela só com justificativa e registro.

Sim. A ideia é tirar o que está “na cabeça” e colocar em instrução simples e prática, sem texto infinito.

Aquele que prova decisão: o que mediu, método, instrumento, frequência, resultado, responsável, hora/turno, lote/OP e o que foi feito se deu fora.

Com fluxo curto: contenção → causa raiz → ação corretiva → verificação de eficácia. Se não tiver eficácia, é só papel mesmo.

Correção é apagar incêndio (ajustar e seguir). Ação corretiva é tirar a causa para não voltar. Sem causa raiz, o defeito reaparece.

Mais no dia a dia. Auditoria é consequência. Documentação boa reduz retrabalho, refugo, paradas, discussão e dependência de “quem sabe”.

Depende do tamanho e do caos atual, mas dá pra começar rápido com um “pacote mínimo”: rastreabilidade + plano de controle + ficha de processo + SOP de setup + NC com causa raiz.