“Produto novo não pode depender de sorte. A SLV transforma ideia em peça que fecha no molde: requisito claro, teste, ajuste e padrão que vira produção estável.”
Clips/snap-fits, guias, encaixes e tolerâncias. Pequena variação dimensional vira folga, ruído, montagem difícil ou quebra na linha.
Canais de O-ring, gaxetas, tampas e sedes de vedação. Se o material/retração variar, aparece vazamento, entrada de poeira/umidade e retrabalho.
Bosses, colunas de parafuso, nervuras e áreas que recebem esforço. Sem projeto + processo bem amarrados, dá trinca por tensão, arrancamento e deformação.
Regiões finas, mudanças de espessura e “caminho” do material no molde. Onde o fluxo briga, nascem falta de preenchimento, linhas de emenda, empeno e variação de peso.
Textura, brilho, marcas de extração e linha de partição. Variação de material, umidade ou parâmetro vira mancha, risco, afundamento, “casca de laranja” e refugo estético.
Inserto metálico, overmolding e união entre materiais. Sem compatibilidade e controle térmico, dá descolamento, infiltração e falha prematura no uso real.
01
Na cosmética, rastrear lote de resina/corante, fornecedor, cavidade do molde, parâmetros e data de produção não é “papelada”: é o que sustenta reclamação, recolhimento, investigação e aprovação de cliente.
Mudou resina, masterbatch, textura, ferramenta, temperatura/pressão ou fornecedor? Sem histórico e controle, a mesma tampa/bomba “vira outra” e aparecem surpresa de encaixe duro, folga, vazamento e variação de cor.
Cor, brilho, textura e marcas (linha de partição, afundamento, riscos) são critério de aceitação. Pequena variação de processo ou material vira refugo visual e reprovação no padrão de marca.
02
Aprovação pede medição e evidência: rosca, torque, snap-fit, altura, ovalização e tolerâncias que garantem montagem sem travar. Sem relatório e amostras validadas, a liberação do molde/linha não anda.
Fragrância, óleos, álcool e ativos podem atacar o polímero e causar trinca, amolecimento, deformação ou perda de vedação. A escolha do material + validação por teste evita vazamento e devolução.
Quando aparece desvio, não basta “ajeitar na máquina”. Precisa registrar o defeito, a causa e a correção com padrão atualizado senão o problema volta, só que mais caro e com cliente irritado.
Somos uma equipe focada em desenvolvimento de negócios, com formação e especialização em cada área de atuação, apoiada por recursos tecnológicos e parcerias com laboratórios nacionais e internacionais. Atendemos todo o Brasil e também Alemanha, República Tcheca, Espanha, Portugal e outros países.
Mais do que entregar um serviço, buscamos construir confiança: clientes que caminham com a gente colhem frutos que começaram como decisões bem tomadas plantadas em conjunto, com método, consistência e compromisso com o longo prazo.
Fazemos nos dois: matéria-prima, componentes e peça pronta, sempre focando em explicar o defeito e fechar a causa com evidência.
Quando o defeito é recorrente, intermitente, caro (refugo/retrabalho), ou quando precisa de laudo pra decisão, cliente ou auditoria.
Trinca/quebra, deformação/empeno, variação de cor/brilho, manchas, bolhas/porosidade, fragilidade, perda de vedação, encaixe duro/folga e falhas por processo.
Sim. O objetivo é separar o que é material x processo x ferramenta x aplicação e apontar o caminho mais provável com base em teste e comparação.
Sim. Traços de outro polímero, carga/aditivo inadequado, umidade/impurezas e incompatibilidades aparecem em sinais típicos e testes direcionados.
Comparando lotes e correlacionando com histórico de processo/produção pra achar diferenças que não aparecem “a olho”, mas mudam comportamento e estabilidade.
Sim. Laudo claro, com evidências, conclusões e recomendações práticas (o que ajustar, o que controlar e como evitar repetição).
Serve. Ajuda a decidir com segurança se o problema é do insumo, do processo ou da ferramenta, antes de trocar tudo no escuro.
Dá. A documentação vira histórico técnico rastreável e defensável (o que foi medido, o que foi encontrado e o que foi corrigido).
Sim. A análise vira ajuste de processo com critério (temperatura, tempo, pressão, secagem, cisalhamento), reduzindo tentativa e erro.
Sim. Registramos evidência antes e depois pra comprovar melhora e reduzir chance de reincidência.
Amostras do defeito e do “bom”, informação de lote/fornecedor, condições de processo, e contexto do problema (quando começou, frequência, onde aparece).
Dá, mas demora mais e fica menos preciso. Mesmo assim, dá pra orientar quais dados mínimos precisam passar a ser registrados.
Sim. A ideia é deixar o processo previsível: o que medir, como registrar e quais limites de alerta acompanhar.
Você reduz retrabalho, refugo e tempo de parada, acelera decisão e evita repetir o mesmo erro em novos lotes com evidência em vez de palpite.